31 de ago de 2011

25 de ago de 2011

Análise de texto com erros - Barra manteiga

Objetivos: 
  • Aprender a revisar considerando a escrita correta das palavras;
  • Buscar erros no texto e corrigí-los;
  • Refletir sobre as questões ortográficas enquanto revisa o texto.

Planejamento:
  • Realizar após ler e realizar a brincadeira;
  • Organizar os alunos em duplas;
  • Entregar cópias das atividades (abaixo) para cada dupla.


Desenvolvimento:

  • Entregar as atividades. Os alunos deverão ler o texto, prestando atenção aos erros, grifando as palavras encontradas e listando no caderno a forma correta.
  • Circular pela sala, garantindo que todos tenham compreendido a proposta e ajudando-os caso necessitem de novas explicações. Se os alunos não conseguirem encontrar os erros, circule as palavras incorretas e peça para que pensem nos possíveis erros que tal palavra pode conter.
  • No final, organize uma correção coletiva, em que cada aluno, na sua vez, encontre um erro e indique a escrita correta. No final todos devem rever suas produções, analisando se acertaram em suas correções individuais.


Fonte de pesquisa: Guia de Planejamento e Orientações didáticas - Programa Ler e Escrever

Brincadeira Barra-Manteiga

Barra-manteiga

Nº de jogadores:
4 ou mais pessoas, divididas em dois times.

Onde brincar
Quadra, galpão ou rua com pouco movimento. Traçam-se no chão duas linhas paralelas com uma distância de entre 8 m e 15 m.

Regras
O jogo começa com os participantes de cada time enfileirados lado a lado nas respectivas linhas. Os adversários ficam de frente uns para os outros.

Um jogador do time que começar sai da linha e se dirige até a do time rival. Os adversários estendem a mão com a palma para cima e ele bate em cada uma seguindo o ritmo da música:

“Barra-manteiga, na fuça da nega
Minha mãe mandou bater nesta daqui
1, 2, 3!”

A última batida é mais forte e o jogador deverá correr de volta para seu time. O dono da mão, por sua vez, corre atrás e tenta pegar o adversário antes que este atravesse a linha. Antes de dar a batida final, o jogador pode demorar o tempo que julgar necessário para tentar pegar o outro de surpresa e ter tempo de fugir. Se conseguir, o rival que o perseguiu passa a fazer parte de seu time. Se for pego, ele é quem vai para o outro time.

Ganha a equipe que chegar ao fim do tempo estabelecido com o maior número de jogadores. Se não houver limite de tempo, o jogo segue até que o último jogador de um time seja pego.


Fonte:http://criancas.hsw.uol.com.br/

23 de ago de 2011

A cigarra e a formiga - Diferentes versões

A cigarra e a formiga (A formiga boa)

Houve uma jovem cigarra que tinha o costume de chiar ao pé do formigueiro. Só parava quando cansadinha; e seu divertimento era observar as formigas na eterna faina de abastecer as tulhas.
Mas o bom tempo afinal passou e vieram as chuvas, Os animais todos, arrepiados, passavam o dia cochilando nas tocas.
A pobre cigarra, sem abrigo em seu galhinho seco e metida em grandes apuros, deliberou socorrer-se de alguém.
Manquitolando, com uma asa a arrastar, lá se dirigiu para o formigueiro. Bateu – tique, tique, tique...
Aparece uma formiga friorenta, embrulhada num xalinho de paina.
- Que quer? – perguntou, examinando a triste mendiga suja de lama e a tossir.
- Venho em busca de agasalho. O mau tempo não cessa e eu...
A formiga olhou-a de alto a baixo.
- E que fez durante o bom tempo que não construí a sua casa?
A pobre cigarra, toda tremendo, respondeu depois dum acesso de tosse. 
- Eu cantava, bem sabe...
- Ah!... exclamou a formiga recordando-se. Era você então que cantava nessa árvore enquanto nós labutávamos para encher as tulhas?
- Isso mesmo, era eu...
Pois entre, amiguinha! Nunca poderemos esquecer as boas horas que sua cantoria nos proporcionou. Aquele chiado nos distraía e aliviava o trabalho. Dizíamos sempre: que felicidade ter como vizinha tão gentil cantora! Entre, amiga, que aqui terá cama e mesa durante todo o mau tempo.
A cigarra entrou, sarou da tosse e voltou a ser a alegre cantora dos dias de sol.

Do livro Fábulas, Monteiro Lobato, 1994.




A formiga má
 
Já houve, entretanto, uma formiga má que não soube compreender a cigarra e com dureza a repeliu de sua porta.            
Foi isso na Europa, em pleno inverno, quando a neve recobria o mundo com seu cruel manto de gelo.            A cigarra, como de costume, havia cantado sem parar o estio inteiro e o inverno veio encontrá-la desprovida de tudo, sem casa onde abrigar-se nem folinha que comesse.             
Desesperada, bateu à porta da formiga e implorou - emprestado, notem! - uns miseráveis restos de comida. Pagaria com juros altos aquela comida de empréstimo, logo que o tempo o permitisse.             
Mas a formiga era uma usurária sem entranhas. Além disso, invejosa. Como não soubesse cantar, tinha ódio à cigarra por vê-la querida de todos os seres.             
- Que fazia você durante o bom tempo?            
- Eu... eu cantava!...            
- Cantava? Pois dance agora, vagabunda! - e fechou-lhe a porta no nariz.             
Resultado: a cigarra ali morreu entanguidinha; e quando voltou a primavera o mundo apresentava um aspecto mais triste. É que faltava na música do mundo o som estridente daquela cigarra, morta por causa da avereza da formiga. Mas se a usurária morresse, quem daria pela falta dela? 

Monteiro Lobato 




A cigarra e a formiga

A cigarra, sem pensar
em guardar,
a cantar passou o verão.
Eis que chega o inverno, e então,
sem provisão na despensa,
como saída, ela pensa
em recorrer a uma amiga:
sua vizinha, a formiga,
pedindo a ela, emprestado,
algum grão, qualquer bocado,
até o bom tempo voltar.
"Antes de agosto chegar,
pode estar certa a senhora:
pago com juros, sem mora."
Obsequiosa, certamente,
a formiga não seria.
"Que fizeste até outro dia?"
perguntou à imprevidente.
"Eu cantava, sim, Senhora,
noite e dia, sem tristeza."
"Tu cantavas? Que beleza!
Muito bem: pois dança agora..."

Do livro Fábulas de La Fontaine, 1992.




Sem barra

Enquanto a formiga
Carrega comida
Para o formigueiro,
A cigarra canta,
Canta o dia inteiro.

A formiga é só trabalho.
A cigarra é só cantiga.

Mas sem a cantiga
da cigarra
que distrai da fadiga,
seria uma barra
o trabalho da formiga

(Paes, s.d.).


Fonte: http://www.entrelinhas.unisinos.br/

O leão e o ratinho - Diferentes versões

O leão e o rato

O leão era orgulhoso e forte, o rei da selva. Um dia, enquanto dormia, um minúsculo rato correu pelo seu rosto. O grande leão despertou com um rugido. Pegou o ratinho por uma de suas fortes patas e levantou a outra para esmagar a débil criatura que o incomodara.
- Ó, por favor, poderoso leão – pediu o rato. Não me mate, por favor. Peço-lhe que me deixe ir. Se o fizer, um dia eu poderei ajudá-lo de alguma maneira.
Isso foi para o felino uma grande diversão. A idéia de que uma criatura tão pequena e assustada como um rato pudesse ser capaz de ajudar o rei da selva era tão engraçada que ele não teve coragem de matar o rato.
- Vá-se embora – grunhiu ele – antes que eu mude de idéia.
Dias depois, um grupo de caçadores entrou na selva. Decidiram tentar capturar o leão. Os homens subiram em suas duas árvores, uma de cada lado do caminho, e seguraram uma rede lá encima.
Mais tarde, o leão passou despreocupadamente pelo lugar. Ato contínuo, os homens jogaram a rede sobre o grande animal. O leão rugiu e lutou muito, mas não conseguiu escapar.
Os caçadores foram comer e deixaram o leão preso à rede, incapaz de se mover. O leão rugiu por ajuda, mas a única criatura na selva que se atreveu a aproximar-se dele foi o ratinho.
- Oh, é você? – disse o leão. Não há nada que possa fazer para me ajudar. Você é tão pequeno!
- Posso ser pequeno – disse o rato 0 mas tenho os dentes afiados e estou em dívida com você.
E o ratinho começou a roer a rede. Dentro de pouco tempo, ele fizera um furo grande o bastante para que o leão saísse da rede e fosse se refugiar no meio da selva.

Às vezes o fraco pode ser de ajuda ao forte.

ESOPO. Fábulas de Esopo, 1995.





O leão e o  rato

Vale a pena espalhar razões de gratidão:
Os pequenos também têm sua utilidade.
Duas fábulas* mostrarão
que eu não estou falando senão a verdade.

Ao sair do buraco, um rato,
Entre as garras terríveis de um leão, se achou.
O rei dos animais, em mui magnânimo ato,
Nada ao ratinho fez, e com vida o deixou.
A boa ação não foi em vão.
Quem pensaria que um leão
Alguma vez precisaria
De um rato tão pequeno? Pois é, meu amigo,
Leão também corre perigo,
E aquele ficou preso numa rede, um dia.
Tanto rugiu, que o rato ouviu e acudiu,
Roendo o laço que o prendia.

Mais vale a pertinaz labuta
Que o desespero e a força bruta.

La Fontaine 





O leão e o ratinho


Ao sair do buraco viu-se o ratinho estre as patas do leão. Estacou, de pêlos em pé, paralisado pelo terror. O leão, porém, não lhe fez mal nenhum.
- Segue em paz, ratinho; não tenhas medo do teu rei.
Dias depois o leão caiu numa rede.. Urrou desesperadamente, de bateu-se, mas quanto mais se agitava mais preso no laço ficava.
Atraído pelos urros, apareceu o ratinho.
- Amor com amor se paga – disse ele lá consigo e pôs-se a roer as cordas. Um instante conseguir romper uma das malhas. E como a rede era das tais que rompida a primeira malha as outras se afrouxam, pôde o leão deslindar-se e fugir.


Mais vale paciência pequenina
Do que arrancos de leão.

Monteiro Lobato. Fábulas, 1994.


A galinha e os ovos de ouro - diferentes versões


O Homem e a Galinha
Era uma vez um homem que tinha uma galinha.
Era uma galinha como as outras.
Um dia a galinha botou um ovo de ouro.
O homem ficou contente. Chamou a mulher:
- Olha o ovo que a galinha botou.
A mulher ficou contente:
– Vamos ficar ricos!
E a mulher começou a tratar bem da galinha.
Todos os dias a mulher dava mingau para a galinha.
Dava pão-de-ló, dava até sorvete.
E a galinha todos os dias botava um ovo de ouro.
Vai que o marido disse:
- Pra que este luxo todo com a galinha?
Nunca vi galinha comer pão-de-ló…
Muito menos sorvete! Vai que a mulher falou:
- É, mas esta é diferente. Ela bota ovos de ouro!
O marido não quis conversa:
- Acaba com isso, mulher. Galinha come é farelo.
Aí a mulher disse:
- E se ela não botar mais ovos de ouro?
- Bota sim! – o marido respondeu.
A mulher todos os dias dava farelo à galinha.
E a galinha botava um ovo de ouro.
Vai que o marido disse:
- Farelo está muito caro, mulher, um dinheirão!
A galinha pode muito bem comer milho.
- E se ela não botar mais ovos de ouro?
- Bota sim. – respondeu o marido.
Aí a mulher começou a dar milho pra galinha.
E todos os dias a galinha botava um ovo de ouro.
Vai que o marido disse:
- Pra que este luxo de dar milho pra galinha?
Ela que cate o de-comer no quintal!
- E se ela não botar mais ovos de ouro?
- Bota sim – o marido falou.
E a mulher soltou a galinha no quintal.
Ela catava sozinha a comida dela.
Todos os dias a galinha botava um ovo de ouro.
Um dia a galinha encontrou o portão aberto.
Foi embora e não voltou mais.
Dizem, eu não sei, que ela agora está numa boa casa onde tratam dela a pão-de-ló.

Ruth Rocha, Enquanto o mundo pega fogo,2. ed. Rio de Janeiro, Nova Fronteira, 1984.p.14-9.



A galinha dos ovos de ouro

Era uma vez uma galinha muito especial. À primeira vista parecia uma galinha igualzinha às outras. Comia milho como as outras galinhas, cacarejava como as outras galinhas, punha ovos como todas as outras... Ora, era mesmo por isso que a galinha desta história era muito especial. Ela punha ovos de ouro.
Quando o dono descobriu, ficou muito contente pois logo pensou que os seus problemas iam terminar.
- Estou rico! Estou rico! Já não vou precisar mais de trabalhar!
A partir daí, todas as manhãs, bem cedinho, lá estava ele à espera que a galinha pusesse mais um ovo, um ovo de ouro brilhante e reluzente.
- Vá lá, galinha! Põe o ovo. Quero guardá-lo ao lado dos outros todos que já juntei.
- Cacaracacá! - Cantava a galinha, muito serena sem perceber a pressa do seu dono. - Se calhar o homem tem fome, coitado!
E lá punha mais um ovo de ouro sem saber que aquilo valia muito, mas mesmo muito dinheiro.
"Eh...eh...eh", ria o lavrador, todo contente por aumentar o seu tesouro.
Mas o homem começou a cansar-se de ter de esperar sempre pelo dia seguinte para ter mais um ovo.
- Só um ovo por dia?! Assim nunca mais fico rico.
A sua paciência esgotou-se e teve vontade de ficar rico mais depressa.
Acreditava que dentro da galinha havia um tesouro, que a sua barriga estava cheia de ovos valiosos. -" Vou matar a galinha. Vou abri-la e ficarei rico para sempre. Já estou farto de esperar".
E a pobre galinha sem saber de nada.
Mal o pensou, logo o fez, mas também logo se arrependeu, pois, assim que viu a galinha por dentro, percebeu que ela era igual a todas as outras galinhas da sua capoeira e que não havia tesouro. Agora, a única coisa que podia fazer com ela era uma rica canja para matar a fome.
Quem tudo quer, tudo perde.
Há pessoas que ficam pobres por causa da ambição, por quererem enriquecer depressa de mais.

Desconhecido

21 de ago de 2011

Brincadeira "Onça Dorminhoca"


Onça Dorminhoca:

Formação: Formar com os alunos uma roda grande. Cada criança fica dentro de um pequeno círculo desenhado sob os pés, exceto uma que ficará no centro da roda, deitada de olhos fechados. Ela é a Onça dorminhoca.

Desenvolvimento: Todos os jogadores andam a vontade, saindo de seus lugares, exceto a onça dorminhoca que continua dormindo. Eles deverão desafiar a onça gritando-lhe: “Onça dorminhoca”! Inesperadamente, a onça acorda e corre para pegar um dos lugares assinalados no chão. Todas as outras crianças procuram fazer o mesmo. Quem ficar sem lugar será a nova Onça dorminhoca.

Atividades com a letra O





















Atividades com a letra O - música














20 de ago de 2011

Atividades com a letra N













Atividades com a letra L
















Parlenda Laranja Baiana














Parlenda - Lá na rua 24


Atividades com a letra M - Parlenda

Monjolo

Bate monjolo no pilão
Pega mandioca
Pra fazer farinha
Onde foi parar meu tostão
Ele foi para a vizinha.

Como Brincar:

Todos em roda, em pé ou sentados, ficam com as mãos sobrepostas nas das pessoas que estão ao lado. Uma mão com a palma para baixo e outra mão com a palma para cima, para facilitar o movimento de pegar a moeda que chega e passá-la para outra pessoa.

Variação: Uma pessoa pode ser a responsável em descobrir com quem ficou a moeda, como na brincadeira do passa anel.

Nota: Monjolo é um engenho tosco, movido a água, usado para pilar milho e, primitivamente, descascar café.

Fonte:http://ysacorreia.blogspot.com/

Parlenda de escolher

Laranja baiana que vira pó
Galo que canta coró-có-có
Pinto que pia piri-pi-pi
Moça bonita que sai daqui


Como Brincar:
Ficam todos em roda, com as mãos fechadas e apontadas para o centro. Enquanto cantam, um dos participantes vai tocando uma mão de cada vez. A pessoa que tiver a mão tocada, no momento em que a música acaba, sai do jogo. O vencendor pode ser o primeiro ou o último a sair, vai depender do combinado.
Fonte: http://ysacorreia.blogspot.com/

Atividades com a letra M - Parlenda