28 de fev. de 2019

Marchinha de carnaval - Pirata da perna de pau

Aproveitando o ritmo de carnaval para trabalhar a reflexão da escrita com meus alunos.
Elaborei atividades com tiras, palavras e letras, tendo como objetivo alcançar os diferentes níveis de aprendizagem.




27 de fev. de 2019

Números de 100 à 199 - ditado colorido


Elaborei o quadro numérico. Agora é só elaborar as dicas pra criançada pintar e surgir a figura. Se preferir, deixe eles curiosos para saber que figura irá aparecer!
Em outro momento trarei quadro com números maiores e outras figuras.





24 de fev. de 2019

Ninguém é igual a ninguém - letra da música


Não queira ser aquilo que o outro é,
não queira ser aquilo que o outro é
Nem que o outro seja,
Ora veja, tudo aquilo que você quer.

Ninguém é igual a ninguém,
ainda bem, ainda bem

A gente mesmo se inverte no espelho,
o que reflete exatamente esse conselho

Não queira ser aquilo que o outro é,
não queira ser aquilo que o outro é
Nem que o outro seja,
Ora veja, tudo aquilo que você quer.

Tem gente triste que anda mal humorada,
só vive resmungando sem dar uma risada
Tem a nervosa que está sempre irritada
Briga por qualquer coisinha deixa a gente chateada
E a corajosa que enfrenta coisas novas,
fazendo a vida ficar menos dolorosa.

Ninguém é igual a ninguém,
ainda bem, ainda bem

Negro, branco, pardo ou amarelo,
alto, baixo, gordo ou magricelo.
Moreno, loiro, careca ou cabeludo,
deficiente, cego, surdo ou mudo
Em tudo tem diferença   
desde nascença,   
no que a gente é, no que a gente faz,
No que a gente pensa, todos tem diferença   
desde nascença
A gente é o que é,
a gente é demais,
a lista é imensa..
Viva a diferença!


                  Cd Olha só quem vem aí...!

                   Escola Stagium


Se quiser com coreografia pra apresentação, veja o vídeo



21 de fev. de 2019

Biografia e obras de Heitor dos Prazeres



Nasceu em setembro de 1898 no Rio de Janeiro numa família muito simples, seu pai era músico e sua mãe costureira. Desde pequeno ouvia seu pai tocando clarinete e foi pegando gosto pela música. Seu pai morreu quando ele tinha 7 anos. Ele estudou e aprendeu o oficio de marceneiro mas a música era o que ele mais gostava.

Foi engraxate, jornaleiro, marceneiro e lustrador de móveis mas a música estava sempre presente na sua vida, agora não mais com o pai, mas com o tio Hilário e os amigos dele. Nessas rodas de samba teve contato com Sinhô, João da Baiana, Pixinguinha e Donga, entre outros. Tocava muito com essa turma na Praça Onze no RJ, local onde os artistas se encontravam, tocavam e, passavam o chapéu entre os presentes para que colocassem dinheiro.

Já rapaz, ele se destacava nos carnavais do RJ entre os bambas. Ele se vestia de baiana e saía tocando cavaquinho arrastando muitos foliões pelas ruas da Lapa. Depois começou a frequentar o Estácio, a Mangueira e a Praça Oswaldo Cruz fazendo com que mais pessoas e sambistas o conhecessem. Tornou-se grande amigo de Cartola. Começou a compor músicas que foram gravadas por grandes nomes da música brasileira.

Esse grupo iniciou o carnaval de rua e logo surgiram as primeiras escolas de samba do RJ: Deixa Falar, Vizinha Faladeira, Prazer da Moreninha e Sai como Pode, hoje, Portela. Ele participou também dos primeiros passos da escola de samba “Estação Primeira de Mangueira”. Sua popularidade crescia; Heitor vivia e amava muito. Em 1925 compôs “Deixaste meu lar” e “Estás farto de minha vida”, gravadas por Francisco Alves.

Casou-se com D. Glória e teve três filhas. Ela não gostava muito dessa vida boemia que Heitor levava. Com a morte dela em 1936, da paixão e tristeza de Heitor dos Prazeres surgiu uma nova maneira de se expressar artisticamente, a pintura. Aos poucos começou a fazer quadros a partir de poemas de Carlos Drumond de Andrade e músicas que ouvia de seu novo amigo – Noel Rosa.

Em 1937 começou a se projetar como pintor participando de exposições, sempre incentivado pelos amigos. Começava assim a dupla atividade de sambista e pintor. Heitor  cantava e tocava com Cartola, Dalva de Oliveira, Carmem Costa, Araci de Almeida, Francisco Alves, Herivelto Martins e Adoniram Barbosa e com esse grupo fez shows em várias capitais inclusive fora do Brasil, Buenos Aires e Montevidéu. Levavam dançarinas que eram chamadas de cabrochas.

Casou-se novamente e teve mais dois filhos. A cada novo envolvimento tinha mais um filho. Vivia na boemia, rodeado de mulheres e muita música. Nas horas vagas pintava sempre colocando as cabrochas dançando e rapazes tocando.

Heitor dos Prazeres participou da Primeira Bienal de Arte Moderna que aconteceu em São Paulo em 1951 e foi muito elogiado. Suas obras eram muito coloridas, alegres e representavam cenas de descontração. Teve seu trabalho reconhecido no Brasil e no exterior com obras presentes em várias exposições. Faleceu em 1966.











Fazer o bem faz muito bem!